sexta-feira, 29 de abril de 2011

Não acredito em Deus.

Não acredito em destino.

Não acredito em horóscopo, acaso ou concidência.

Acredito apenas no amor. E para mim isso é o suficiente.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Li uma vez em um livro sobre roteiros: "Conheça o seu final. Você deve saber o que acontece."

Queria que isso valesse para vida real.
Nada feito hoje é completamente original. Tudo foi criado a partir de um passado do qual ninguém se lembra.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O que eu quero é um conto de terror no estilo de Edgar Allan Poe.

Uma dama etérea cercada por uma aura de pureza virginal.

Um homem mentalmente perturbado, viciado em ópio.

Os dois se conhecem. Ele a acha linda. Ela fica fascinada.

Os dois se apaixonam. Não conseguem esquecer um do outro.

Os dois se casam. Ele a maltrata. Ela chora.

Ele está enlouquecendo. Sente um pânico constante. Vê coisas que (aparentemente) não existem.

Ele não consegue mais suportar. Ela é assassinada. As mãos dele estão sujas de sangue e terra.

Ele afunda cada vez mais no desespero. E não consegue parar de ouvir ruidos vindos do ataúde.

Não consegue comer. Não consegue dormir. Até o ópio foi esquecido.

A culpa é dela. Ele sempre soube. É ela que está lá, arranhando a tampa do caixão e se recusando a morrer.

Ele não precisa que nenhum corvo lhe diga isso.

sábado, 9 de abril de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011


Ela se corta.

Esse é o seu segredo. E ela nunca contou a ninguém.


Esse é o seu estranho paradoxo. É a forma de aliviar toda aquela dor que existe dentro dela.

Mas, ela tem que admitir, aquilo lhe proporciona certo fascínio mórbido.

A lâmina brilhante contrastando com a sua pele. Aquele pequeno momento prazeroso de dor. O sangue vermelho-vivo, quente, escorrendo e formando grandes gotas no chão. Os desenhos que elas formam são tão bonitos...

Infelizmente, é isso.

É um dos caminhos para quem acha que não vale nem o ar que respira.

O outro caminho, bem...

Essa história não tem um final feliz.


Apenas a verdade, a tristeza e aquela pequena quantidade de beleza que existe em todas as coisas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011